eu sei que é tarde e que você tem que levantar as 6h, ok, eu também, mas é que fazem 850 dias e algumas horas que eu não paro de pensar em você e eu sei que tô atrasada para dizer, mas porra, você sabe que às vezes me falta coragem de tanta coisa, principalmente quando essa coisa é o que eu sinto. me desculpa, sério. para de tanta marra e me desculpa.
preciso que você me entenda, por mais difícil que seja e que toda vez que te via só pensava em tê-lo por perto e dizer o quanto te amo, sim, amo. droga, eu te amo. essa frase ainda continua dando um medo da porra de dizer. bem, em todos esses dias eu me lembrava de você em incontáveis músicas, sem falar nos textos e sabe quantas vezes eu já me xinguei por ter sido uma idiota com você? ah, você não faz ideia. e foram muitas discussões comigo mesma sobre você, a maioria delas de madrugada.
queria te dizer que eu mudei, não sei se você iria gostar sei também que você já não é o mesmo, mas continua sendo uma das minhas pessoas favoritas no mundo.
desculpa toda essa confusão, mas é que tudo isso sou eu.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Trainspotting
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol, and dental insurance. Choose fixed interest mortage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisurewear and matching luggage. Choose a three-piece suite on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on a Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pishing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked up brats you spawned to replace yourself.
Choose your future.
Choose life.
domingo, 4 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
hoje eu precisei de você e daquelas suas fotos bizarras, hoje eu precisei do seu mau humor e da sua risada alta de ironia. senti falta daqueles seus discos velhos que eu não suporto ouvir e você me dizendo que não passo de uma criança de mal gosto. senti uma imensa vontade de discutir sobre politica, mas você não estava por perto. e fiquei me perguntando com quem vou assistir meus filmes estranhos e rir das cenas mais sangrentas dos filmes de terror. passei o dia todo ouvindo The Funeral, quando a gente se conheceu cantamos essa música e você me dizia para não ser tão tímida, sinto falta daquela sua outra risada de quando percebeu que a gente tinha muita coisa em comum. sinto falta de tanta coisa. babe, eu sinto a sua falta.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Sobre nostalgia e a minha mão trêmula na aula de literatura
domingo, 13 de abril de 2014
Minha semana começou em uma quinta e parece que vou ter um ataque cardíaco por, supostamente, andar demais. Minha cabeça dói como se eu tivesse batido repetidas vezes na parede até ver planetas. O caos parece ser devastador durante a manhã e as coisas simplesmente não fazem sentido, assim como a minha tristeza que me deu bom dia hoje.
terça-feira, 18 de março de 2014
Nem Freud saberia explicar
terça-feira, 18 de março de 2014
disse que tudo poderia explodir em fração de segundos. explodi. um eu escondido veio a tona e todos puderam ver minhas agonias, uma por uma, e cada insegurança. cada milímetro de um eu oculto que eu jamais gostaria de mostrar. ninguém recolheu os restos e deixou que o caos se espalhasse. minhas inseguranças estavam todas ali, escorrendo como sangue. e toda aquela nebulosidade se espalhou como fumaça. não havia lágrimas e nem motivos para elas. o restante de mim estava preso em um abismo. a solidão deixa as pessoas loucas.
eu tô enganada, eu sempre me engano, eu nem sei que droga eu sinto. tive quase certeza que estava livre e estou aqui escrevendo mais uma vez sobre ele, com a certeza e a vontade que ele nunca leia isso.
eu gosto de Alice in Chains e ele de Johnny Cash, ele é tão boêmio e não é de ninguém, ele é bicho solto. aquele moço do cabelo bonito sonha tão alto que pode até voar, seus olhos castanhos dizem mais coisas que um livro inteiro, sua voz de poeta me encanta mais que jazz. ele não tinha nenhuma fraqueza e ele era a minha.
eu gosto de Alice in Chains e ele de Johnny Cash, ele é tão boêmio e não é de ninguém, ele é bicho solto. aquele moço do cabelo bonito sonha tão alto que pode até voar, seus olhos castanhos dizem mais coisas que um livro inteiro, sua voz de poeta me encanta mais que jazz. ele não tinha nenhuma fraqueza e ele era a minha.