quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Desabafo #1

quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Hoje, dia 30 de outubro de 2013 me aproximei do declínio mais uma vez, queria gritar, mas não gritei, queria chorar, mas não chorei, apenas tapei o meu rosto com as mãos para que as pessoas não percebessem o meu estado deplorável.
Céus, onde eu fui parar? Que vergonhoso! Logo eu que sempre quis parecer em ordem estava um caos, não sei onde estava com a cabeça. Tudo por causa dele. Aquele cara que senta no canto e que ninguém presta muita atenção, mas eu presto, eu presto atenção em cada mania boba.
Tirei a conclusão e há tempos não tinha um ano tão terrível como este. Sinto-me tão solitária.
 “ Todos nós temos um ano ruim ás vezes”, disse a minha mãe tentando ajudar, sinto-lhe informar que não, não ajudou em nenhum dó da sinfonia de tristeza que toca todo o santo dia em mim.
Aconteceu tanta coisa que não sei nem por onde começar sabe, a única coisa que eu espero é que passe um filme descente no dia das bruxas. Tudo mudou e eu não sou a mesma do ano passado, poderia dizer que mais triste e sem motivo.

domingo, 20 de outubro de 2013

she's sad.

domingo, 20 de outubro de 2013

A vida toda é saudade


A saudade é o parente
mais próximo da angustia
e da ansiedade.
Odeio me sentir assim,
abandonada por você.
Você é o meu porto seguro
era...
Era terapêutico ouvir
a tua voz
Eu só queria te ver
hoje, amanhã
e todos os amanhãs
da minha vida.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Comptine d'Un Autre Été

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Segunda-feira

O acaso me deixou tão só.

Talvez isso seja clichê, mas quem não é


Vivo tropeçando, esbarrando nas pessoas e me desculpando, vivo esquecendo as coisas, sempre me acabo me dando mal. Sou um caos, afinal, mas ninguém precisa de um caos, não mais um. Sempre me sinto sozinha independente de onde esteja. Sou insegura, gosto de poucos e poucos gostam de mim, sou fraca e nunca sei onde estou com a cabeça, no mundo da lua, talvez. Bem, também sou triste, muito triste. Transbordo nostalgia.

Sou sentimental, mas eu nunca pedi para que gostasse de mim, eu faço merda pra caramba, cara. Sempre falo as coisas na hora errada, sou um paralelepípedo, por isso ninguém me entende, eu não sou legal e gosto de música triste, sou uma confusão perambulante. 

Escrito por alguém que já se foi..

“De fato, viver não me é mais opção. Pequenas coisas do dia-a-dia vem me sufocando. Não sinto prazer em músicas ou até mesmo escrevê-las, não sinto prazer em realizar, não sinto prazer em sentir… Tentei juro que tentei ser forte e não chorar, mas chorei, chorei até a ultima gota de lágrima. Essa frieza vem me matando, me torturando.A dor me acaba, me consome. O fogo de viver foi se apagando conforme o tempo. Sorrisos se foram, juntamente com tudo que me deixava feliz. Não demonstrar me traz dor, e essa dor acaba comigo… Dor de não poder colocar o devido sorriso ao rosto das pessoas, de não ser suficiente, dor, dor, tudo se resume em dor. Odeio enganar dizendo que esta tudo bem quando na verdade só quero isolar-me do mundo, ficar longe de tudo e todos. Não há dor pior do que a de não sentir. Não existe remédio que amenize isso, quando na verdade, a minha dor é a de não ser feliz. Digo e repito: tentei, juro que tentei… Talvez não foi o suficiente. Sinto me quase um robô sem sentimentos, emoções…
Não sei me aproximar das pessoas, não sei confiar, não sei amar. Minha vida esta embaralhada e literalmente de cabeça para baixo; não sei se vivo ou se apenas existo. Gostaria de gritar, falar, e na verdade me faltam palavras pra me expressar. Queria ter um motivo pra sorrir, ou ao menos ser o motivo de alguém. Tudo me parece supérfluo, irreal, amargo. A vida realmente é parecida comigo, amarga e confusa. Alguns sofrem por amor, outros pela falta dele, alguns na verdade nem sabem o motivo pelo qual sofrem realmente, nada mais faz sentido {…} De fato, viver não me faz mais sentido.” 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Só sei ser errante

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Bem, parece drama não é? Eu sei, eu sei. Ficar por aí se lamentando por amores impossíveis, presa nesse mundinho ridículo que te louva tanto, é tão patético. Patético. Isso me define, eu sou patética. Na verdade, tem bastante nostalgia no meio, é que eu fico lembrando aqueles teus olhos de ressaca que me fizeram ficar totalmente obcecada por você, que doentio, nossa. Desculpe, é o que eu tenho a dizer, é a única coisa que eu tenho a dizer.
Já são 1h29min e eu estou aqui escrevendo um texto que você nunca irá ler e me lamentando por fazer tudo errado sempre, sou errante.
Não fica bonito encher as pessoas de dramas, mas, afinal, sou eu e nada do que eu faça é certo, se já acertei alguma vez? Sim, mas não tem importância sobre você, sabe, já pensei várias vezes em chegar a você e dizer: “Ei, eu te amo e pra caralho. Desculpe.” Mas como sempre, não tive coragem de fazer e só fiquei te olhando de longe imaginando um impossível dialogo com você.


Eu queria ser alguém que você goste, mas não sei ser, só sei ser eu.
disorder © 2014