sábado, 30 de junho de 2012

Goodbye

sábado, 30 de junho de 2012

Nunca pensei que seria tão difícil dizer adeus, dói tanto, mas ele não faz ideia, em cada passo que dou até o indeterminado é uma lágrima que me escapa meu coração de tão acelerado me dói, minha garganta trancada me impossibilitando de dizer algo, sequer um adeus.
Adeus, adeus meu amor, adeus para talvez um dia em futuro mais que distante, minhas mãos trêmulas me impedem de tocar em suas mãos, partirei para a solidão de uma casa em um beco escuro. O máximo que consigo dizer é “até” por ser uma palavra curta e não dar chance para você perceber minha voz, mas dá muito bem para perceber minhas intenções, estou tão desesperada a ponto de sair correndo de volta para o aconchego dos seus braços.
Pergunto-me sem parar: “Que diabos estou fazendo aqui que não estou na sua cama enrolada em seus lençóis brancos? Porque que diabos deixei você escapar por entre meus dedos? Porque não tenho coragem o suficiente de dizer o que eu sinto e voltar para nunca mais partir? Maldição! Por que?”
Tento me controlar, mas é inevitável, as lágrimas escapam sem parar, nem dão chance de enxugalas, não quero parecer fraca diante de ti, não queria fracassar mais uma vez, só por hoje.


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